sexta-feira, 18 de abril de 2008

Arlindo Codinha na nossa Casa

Nos próximos dias 25 e 26 de Abril, Arlindo Codinha estará na nossa Casa para apresentar um Seminário e uma Palestra sobre a fluidoterapia, vulgo passe.

O passe espírita é uma transfusão de energias psíquicas e espirituais que alteram o campo celular. Não é uma técnica. É um acto de amor. Não foi inventado pelo Espiritismo, mas foi estudado por ele. Jesus utilizava-o. Quando duas mentes se sintonizam, uma passivamente e outra activamente, estabelece-se entre ambas uma corrente mental, cujo efeito é o de plasmar condições pelas quais o "activo" exerce influência sobre o "passivo". A esse fenómeno denominamos magnetização. Assim, magnetismo é o processo pelo qual o homem, emitindo energia do seu perispírito (corpo espiritual), age sobre outro homem, bem como sobre todos os corpos animados ou inanimados. Temos, portanto, que o passe é uma transfusão de energia do passista e/ou espírito para o paciente. No passe, a mente reanimada reergue a vida microscópica (celular). O passe tornou-se popular pela sua eficácia. O paciente assimila os recursos vitais, retendo-os na sua constituição psicossomática, através das várias funções do sangue. «Podemos dizer que o passe actua directamente sobre o corpo espiritual de três formas diferentes: como revitalizador, compondo as energias perdidas; dispersando fluidos negativos contraídos; auxiliando na cura das enfermidades, a partir do reequilíbrio do corpo espiritual.
José Lucas
Dias 25 e 26 de Abril
Seminário: O Passe na Casa Espírita - Fluidoterapia
Abordagem teórica e prática sobre o passe

PROGRAMA:
25 Abril
09.30 - Recepção
09.45 – 11.00 - I Módulo
Intervalo
11.15 – 12.30 - II Módulo
Almoço
14.00 – 15.30 - III Módulo
Intervalo
16.00 – 17.30 - IV Módulo

26 Abril
9.30 – 11. 00 - V Módulo
Intervalo
11.15 – 12.30 - VI Módulo
Almoço
14.00 – 15.30 - VII Módulo
Intervalo
16.00 – 17.30 - VII Módulo
17.30 - Encerramento


Dia 26 de Abril
Palestra: O passe e o paciente
18h30m

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Inscrições na nossa Casa:

Centro Espírita Boa Vontade
R. Luis A Antão 31- 4º Portimão

Contactos:
918390470
961488335
cebv@megamail.pt

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Divaldo Franco no Algarve

Palestra: Reencarnação
12 Abril - 17h00 - Lagoa (Nave da Fatacil)
Entrada Livre

Seminário: Constelação Familiar
13 Abril - 9h30-18h00 - Faro (Conservatório Regional do Algarve)
Sujeito a inscrição

Org. União Espírita do Algarve
Tel: 919405981





Sobre Divaldo Pereira Franco:

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Depressão - Seminário em Lagos

No próximo Domingo, dia 6 de Abril, a Associação Espírita de Lagos vai promover um Seminário subordinado ao tema A Depressão.

O programa é o seguinte:

15h-Abertura (Drª Luísa Arez)

15,10h-Depressão – perspectiva médica (Dr. David Estevens)

17h-Café

17,30h – Depressão – a visão do espírita (Dr. Hélder Sena)

19,30h-Encerramento

Inscrições na secretaria ou no auditório
Sócios – gratuito
Não sócios -5€

Presente e Esperança

Dá-se um presente a uma pessoa no dia do seu aniversário.
Presentes, também são dados no Natal; e na Páscoa; e no dia de S. Valentim, que é o Dia dos Namorados.
Também se dá um presente ao filho que passou de ano, na escola; e dá-se, ainda, presentes às noivas e aos noivos, dá-se presentes aos amigos, dá-se presentes para agradecer um favor e também há quem dê presentes para pedir um favor.
Isto é, pode dar-se um presente por vários motivos, quando calha ou quando interessa. E se não tivermos cuidado, a força da publicidade e as artes do comércio levam-nos a dar presentes a TORTO E A DIREITO.
Duma maneira geral, estes presentes assumem uma forma material, quero dizer – é um brinquedo para a criança, o ramo de flores para a namorada ou para a esposa, o livro ou a caneta de marca para o amigo, o serviço de jantar de 198 peças para os noivos, uma garrafa de bom whiskey para o chefe.
Há até, quem dê presentes em forma de esferográficas e aventais de plástico… quando os calendários da política acham conveniente.
Podemos admitir que tais presentes, às vezes, até fazem jeito mas (todos sabemos ou, pelo menos suspeitamos) que NEM SEMPRE tais presentes são acompanhados dos sentimentos de afecto familiar ou de amizade que deveriam.
Mas (sejamos justos) claro que há presentes materiais cheios de carinho, de amor, de amizade, de gratidão, dados com sinceridade e cheios do prazer de dar; mas, ao mesmo tempo que desejo que SEJAMOS JUSTOS convém, também, que NÃO SEJAMOS INGÉNUOS – alguns daqueles presentes transportam, disfarçadamente, uma carga negocial de interesses e de favores que, na Comunicação Social dos nossos dias e no Código Penal, tem já o nome oficial de “TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS,” que é “primo direito” da CORRUPÇÃO.
Entre estes dois tipos de presentes, aponto como mais válido e mais importante – e penso que concordarão comigo – o tipo de presente que, embora de menor valor material, é superior no seu valor sentimental: vale, para nós, muito mais aquele abraço fraterno, sentido e sincero que se dá ao amigo que não víamos há muito tempo; vale mais o afago e o beijo que se dá à criança que chora; vale mais a ternura com que falamos a um velhinho, mesmo que a sua lucidez já esteja fraquejando; vale mais o prato de sopa que se dá ao coitado do nosso irmão que tem fome.
Há presentes materiais que são aceitáveis porque são dados por razões de tradição e levam, certamente, amor e carinho; mas aqueles presentes de que vos falei agora são os que ficam mais próximo da CARIDADE, tanto no significado linguístico da palavra – Bondade, Benevolência, Generosidade, Compaixão – como no seu significado teológico e religioso – a VIRTUDE DE AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO.
Mas de todos os PRESENTES que referi e mais os que não referi porque não me lembrei, porque os não conheço, e também porque não é minha intenção deixar aqui uma lista exaustiva deles, há um PRESENTE que deve agradar-nos a todos, e dele devemos fazer o melhor uso possível, enquanto durar. Esse PRESENTE é, pura e simplesmente, o PRESENTE.
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Já imagino que alguns de vós estarão pensando “Pronto, o homem ficou maluco; pirou de vez….”
Acalmem-se; ainda não; estou simplesmente a brincar com a mesma palavra, nos seus diferentes significados – o PRESENTE ou oferta que se dá ou se recebe e o PRESENTE, que é a nossa presença; que é o “ESTAR AQUI”; que é afinal, o tempo que medeia entre o nosso nascimento e a nossa morte, numa palavra, a nossa ENCARNAÇÃO.
Pois bem! A ENCARNAÇÃO é, acima de tudo, um PRESENTE!
Um PRESENTE que nós é dado por DEUS; é um presente muito inteligente e muito oportuno – basta vir de quem vem; é um presente muito útil, porque dele podemos (se quisermos) tirar muitas vantagens; é um presente de fácil aplicação porque podemos, ainda por cima, recorrer a um autêntico manual de instruções magníficas que se chama EVANGELHO.
Espero não ter magoado, eventualmente, os vossos ouvidos, chamando ao Evangelho um Manual de instruções. Mas ele é isso mesmo, até no seu significado – Evangelho – significa BOA NOVA, BOA INFORMAÇÃO, BOM CONSELHO, BOA PALAVRA e tudo isso, nós lemos também nas instruções dos compêndios e manuais.
A grande diferença, porém, reside no facto de ele nos trazer instruções de carácter moral e espiritual, enquanto os Manuais nos trazem instruções de carácter técnico.
Mas, em ambos os casos, temos de as aprender e pôr em boa prática para se conseguir o êxito que se pretende.
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Se, para algumas religiões ou doutrinas, após a morte do corpo físico de, por exemplo, um sujeito que foi mau como as cobras, mau carácter, egoista, o seu espírito vai para o inferno e, pronto, lá fica a assar até à eternidade (o que parece ser um desperdício de espírito e de tempo) outras religiões ou filosofias, entre as quais nos achámos e estamos, aceitam e sabem que, áquele mesmo espírito é dada a OPORTUNIDADE, em vidas ou encarnações posteriores, de se corrigir, de se expurgar, de se aperfeiçoar.
É a essa OPORTUNIDADE que, sábia, bondosa e periodicamente Deus nos dá, que eu chamo PRESENTE.
Então, o que há a fazer com esse Presente/Oferta, que é o nosso Presente/Tempo?
Procurando, aqui, resposta a esta pergunta, confesso que me sinto embaraçado, terrivelmente embaraçado.
Porque, de tão simples que é, torna-se imensamente difícil de dizer. Por isso, limitar-me-ei a repetir o mais vasto e abrangente ensinamento e, ao mesmo tempo, a frase mais curta da doutrina que vem de Moisés até ao Espiritismo, passando – obvia e principalmente – por Jesus Cristo. Essa frase, tão sintética, tão resumida é “AMAI-VOS E INSTRUI-VOS.” Tantas vezes já ouvida neste Centro, é este o formidável resumo do “livro de instruções” morais deste Presente/Oferta.
E como desempenhar tais instruções? Como pô-las em prática?
Aqui, com mais facilidade, eu arrisco a resposta:- Conheça-se, cada um, a si próprio, o que tem de melhor e o que tem de pior, e tente perceber o bom-senso das suas atitudes e gestos no seu tempo/presente; não podendo recorrer à memória das suas encarnações anteriores, tente projectar essas atitudes e gestos no futuro, no próprio futuro da vossa satisfação, avaliando as suas consequências; simplesmente faça aos outros o que gostaria que lhe fizessem a si; todos (ou quase todos) sabemos a diferença entre “fazer o bem” e “fazer o mal”; e só com isto, já estamos “amando o próximo como a nós mesmos.”
E procurando mais “instruções” no Evangelho, vamos descobrindo como nos instruirmos mais ainda e, mais instruídos, mais capazes ficamos de fazer melhor, sempre a caminho da tal perfeição e da salvação que buscamos como alvo final da nossa caminhada espiritual.
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Mas, atenção, INSTRUIRMO-NOS – neste contexto – NÂO É aprender todos os segredos de uma actividade profissional, não é aprender a dominar todos os segredos das modernas tecnologias, não é conhecer as línguas todas, nem saber de cor todos os livros; nem tão pouco significa sermos portadores de UMA VASTA CULTURA.
Claro que isso ajuda! Ajuda, principalmente, quando, em cada pequeno aumento do conhecimento, se pode relacionar a nova noção adquirida com as nossas obrigações sociais, caritárias, espirituais.
INSTRUIRMO-NOS é essencialmente, abrir cada vez mais a nossa mente e o nosso coração a novos horizontes, a novos desafios do nosso entendimento e da nossa sensibilidade, dáquem e dálem túmulo.
Repito, por me parecer importante, o que atrás referi – É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO que aprendamos a conhecer-nos, o que somos e como somos, e o que podemos e devemos fazer – pelos outros e, por ricochete, por nós próprios, espiritualmente.
Vem, a propósito, citar aqui um livrinho que estou lendo e que, no fim de contas, fala disto – chama-se “O Monge que vendeu o seu Ferrari”. É de um escritor indiano, Robin Sharma. Conta, admiravelmente e com simplicidade, a história de um advogado de sucesso, ambicioso, e obcecado com o dinheiro e a fama que, por excesso de trabalho e stress sofre um enfarte. O susto foi tal que ele começou a repensar a sua vida e acabou por querer viver entre monges no Tibete, onde descobriu que, na simplicidade, a vida é muito mais feliz, mais pacífica, mais profícua e ajuda-nos na caminhada do nosso espírito.
Lêam-no - é muito interessante e actual.
Pensemos, porém, que não é preciso apanharmos sustos como o que este advogado apanhou – há sustos mais pequeninos, e, mesmo sem serem sustos, há sinais que, se estivermos atentos, nos ajudam a perceber as mensagens, as chamadas.
Não basta, claro, estarmos só atentos, temos que fazer acompanhar a atenção, de força de vontade, coragem e esperança.
A ATENÇÃO SERVIRÁ PARA “APANHARMOS” OS SINAIS QUE, lá de cima, NOS CHEGAM. São sinais que não trazem marcas nem avisos especiais; muito menos vêm com data ou hora marcada. Por serem SINAIS, cabe a nós, a cada um de nós, interpretá-los e decifrá-los.
E, depois disso, cabe-nos tomar decisões que têm um ónus, um preço. Ou tentamos compreendê-los (o que implica estudo) e decidimos de forma acertada ou, pelo contrário, ignoramos os sinais e continuamos a fazer de conta que estamos distraidos, o que equivale a, cómoda e estupidamente, a ficarmos na mesma.
E a FORÇA DE VONTADE? Para, pela positiva, ligarmos esses sinais áquele desejo de os compreender e, uma vez compreendidos, agir de acordo com a nossa consciência, com energia e perseverança;
E a CORAGEM? A coragem, porque muitas vezes aqueles sinais e a sua compreensão implicam uma quase revolução nos nossos hábitos, nos nossos pensamentos e nas nossas convicções.
Sem CORAGEM, a gente deixa-se abater e a desistência vence; desistir é fraqueza e não interessa.
Junte-se, agora – e sempre – a ESPERANÇA; não aquela “Esperança” do tipo “fia-te na Virgem e não corras” ou “com um bocadinho de sorte, isto vai”. Também, o que é a SORTE? A sorte é, no dizer do actual Dalai Lama (se não estou em erro) a ligação da nossa preparação (espiritual, física, mental) à oportunidade que - e quando se nos depara.
A ESPERANÇA de que vos falo é a esperança que exprime a confiança em conseguir-se aquilo que, por bem, se deseja, a esperança em encontrar o caminho certo que se busca para o nosso progresso espiritual.
É o acreditar que somos capazes PORQUE o queremos ser.
Quando Kardec pergunta aos Espíritos Superiores: “No momento da morte, qual é o sentimento que domina a maioria dos homens? A dúvida, o medo ou a esperança?” A resposta foi (e podemos lê-la no Livro dos Espíritos – perg. 961) “A dúvida para os cépticos endurecidos, o medo para os culpados, a esperança para os homens de bem”.
Então não vamos todos querer ser homens (e mulheres!) de bem?
Pois claro que vamos TODOS querer ser gente de bem!!!
E, para tal, sem que fiquemos à espera que as bênçãos para o nosso progresso nos envolvam por “artes mágicas”, façamos como Joana de Angelis nos aconselha:
“Sorrir perante os obstáculos que te impedem o avanço. Esses obstáculos expressam o valor da tua resistência que os vence lentamente, á medida que vais trabalhando em triunfo”.
“Medita em todas as coisas que causam preocupação e dano e retira da dificuldade a melhor parte, como abençoado adubo para o solo das tuas experiências cristãs.”
“Guarda na alma a alegria inefável que se expressará num amanhã ridente e belo que te espera, após o triunfo sobre as vicissitudes.”
“Afugenta a nostalgia, espanca a tristeza, surra a melancolia com as mãos activas do trabalho edificante.”
“E, disposto a não incidir ou cair no capítulo negativo (que deve ficar esquecido) reúne as forças e avança resoluto, em busca do lugar da serenidade que te aguarda, vitorioso, na caminhada do dever.”
Há mais conselhos deste tipo nas obras de Joana de Angelis, psicografadas por Divaldo Franco.
Ajudam-nos muito no encontro com a ESPERANÇA, tema desta palestra.
Poderemos perguntar:- E há razões para termos Esperança, nomeadamente no que se refere ao nosso planeta – a Terra – e à nossa passagem por ela?
A resposta só poderá ser afirmativa; basta-nos fazer uma retrospectiva ao percurso da humanidade; constata-se como, ao longo dos tempos e da história, a compreensão do bem, da bondade e da justiça, da solidariedade e do amor tem vindo a evoluir; veja-se como as sociedades se foram organizando, de tal forma que, actualmente, males como a escravatura, a pena de morte, o racismo, o preconceito, a violência – embora ainda não completamente expurgados – estão banidos nas próprias leis dos estados, ao mesmo tempo que os organismos internacionais vêm aprovando as Cartas dos Direitos do Homem, da Mulher, da Criança, dos Animais, do Ambiente.
Até em coisas mais pequeninas, mas de igual importância e significado, como são, por exemplo, a emancipação da mulher, a abolição de diferenças entre homem e mulher na atribuição de um emprego, a igual responsabilidade de pai e mãe perante os filhos, a divisão de tarefas domésticas num casal, se notam já na actualidade. Claro que há quem “pise o risco”, mas os primeiros passos estão dados; claro que, também, de vez em quando, se tem conhecimento de recuos, nalguns pontos do planeta. Mas também é verdade que o progresso – qualquer que seja o seu tipo – é feito de avanços e recuos. Reparem que, antes de um salto, os atletas dão um passo atrás – serve para ganhar balanço; só depois é que avança para o salto ( e às vezes bate records…) Perante isto, acho pois que é de ter Esperança que, nos próximos tempos – sem porém saber quando, com a participação de todos e um bom entendimento do que a nossa Doutrina preconiza, a perfeição que buscamos e divulgamos envolva todos os Espíritos – neste Planeta e no Universo.
E, porque há razões para ter ESPERANÇA. Há razões, também, para contarmos com a presença da Alegria.
Vou ler-vos a propósito, e para terminar, um texto que saiu há dias numa publicação da Associação Espírita de Lagos e que um querido amigo teve a bondade de me enviar (e que não precisa mais explicações).
“Outro dia um amigo confidenciou-me que estava muito preocupado com a ausência de sorrisos e calor humano no interior das instituições espíritas. E que se a nossa Doutrina é optimista, trazendo nova luz para a vida por que é que há tanta gente carrancuda dentro das instituições? Não pude deixar de concordar com ele.
“De facto, tenho percebido que muitas instituições, através de seus dirigentes e trabalhadores, à guisa de manter a seriedade doutrinária comprometem o seu bom humor, a simpatia, o calor humano, como se o mundo se resumisse à suas carrancas, ao sofrimento e ao pessimismo. Não podemos esquecer que normalmente quem procura o centro espírita está com dificuldades, está desanimado, está sofrendo.
“Se mantemos uma postura sisuda, com humor fechado, e sem a luz de um sorriso, devemos saber que temos a chance de estarmos contribuindo para influenciar negativamente aqueles que nos procuram, piorando a sua situação.
“Talvez por um atavismo judaico-cristão associado à ideia equivocada de que o sofrimento é enobrecedor e é sinal de evolução (o que está errado, evidentemente) é que esses irmãos e irmãs que preferem a carranca ao sorriso, estejam agindo assim.
“Que jamais faltem sorrisos nos centros espíritas, pois nada mais animador do que ser recebido com um sorriso e com calor humano. Pois nós não somos maquinas. Somos seres humanos, seres espirituais, tendo o compromisso de transformar o mundo para melhor.
“Para quê sombras no nosso rosto?
“Não podemos esquecer que o abismo atrai o abismo e que sorrir sempre é a garantia de espalhar a paz e a alegria a contagiar aqueles que estão ao nosso redor, onde quer que seja. E a casa espírita detém um papel de fundamental importância como irradiadora da luz, sendo a nossa postura a lâmpada a propagar essa boa energia.
“Se fechamos o nosso rosto, estaremos impedindo a fluxo dessa luz. Pois uma “cara” fechada não é sinal de evolução.

EM RESUMO – encha-se o nosso PRESENTE de ESPERANÇA e com a nossa ATENÇÃO e FORÇA DE VONTADE, a nossa CORAGEM e a presença da nossa ALEGRIA, sejamos melhores pessoas, melhores espíritos e façamos, todos unidos, UM MUNDO MELHOR.
(Linhas-base da palestra proferida pelo Reis a 26 de Janeiro de 2008)